A União fez a Força e conseguimos coisas boas em três décadas de Associativismo Municipal

Os 30 anos de associativismo intermunicipal foram celebrados pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, que desenha para os próximos anos dois projetos emblemáticos, a ponte açude do Rio Novo do Príncipe e a defesa dos terrenos do Baixo Vouga Lagunar, pilares da estratégia e ideias já com perto de 30 anos.

A opinião do autarca murtoseiro Joaquim Baptista sobre os 30 anos da CIRA

O autarca que lidera a Câmara de Aveiro e a CIRA aproveitou para reafirmar a qualificação e ampliação do hospital como prioridade das prioridades no próximo ciclo de investimentos, ideia que abrange os hospitais de Águeda e Estarreja e que faz parte dos compromissos estabelecidos pelas 11 autarquias da CIRA.

Jorge Arroteia, professor da Universidade de Aveiro, defende que se trata de um testemunho sobre uma realidade que tem vindo a marcar pontos desde a origem enquanto Associação dos Municípios da Ria de Aveiro.

Da parte da Murtosa, o edil Joaquim Baptista recorda sempre “um exemplo para o país, no que toca ao saber estar na vida autárquica, no muito que foi conseguido e feito caminho nos últimos 30 anos”, desde a missão de despoluição da Ria, nunca estando concluída, foi sendo conseguida e as nossas praias lagunares são um exemplo”.

A CIRA é um bom exemplo no país no que toca ao Associativismo Municipal

O dia de celebração, ficou marcado pela inauguração de uma peça escultórica e pelo lançamento de uma monografia que passa em revista a atividade do associativismo intermunicipal, com os muitos projetos que já se fizeram e que se estão a fazer, onde tudo “só foi possível porque tivemos uma região unida e um organismo com capacidade representativa e política para negociar processos destes, acrescenta responsabilidade ao muito que ainda tempos por fazer”.

“Deixar um sinal de que o conceito de Cidade Região, é cada vez mais um caminho que temos que perseguir, com os nossos 300.000 habitantes, e comunicar em escala, tem que ser a soma de todas as nossas partes”.

E a continuidade dos desafios de futuro na gestão conjunta da Ria de Aveiro

É reforçado outro dos grandes objetivos, que é “granjear o direito que temos de ser exemplo a nível nacional e sermos pioneiros na assunção de responsabilidades por parte dos diferentes Ministérios, num futuro próximo, e olhar para o Plano Unir A Ria e podermos ser autónomos neste caminho de gerir a Ria”.