
Este novo Plano, promove a criação destes espaços de forma pensada e ordenada, com os seguintes princípios orientadores e objetivos: a) Estruturar e infraestruturar o Espaço de de Atividade Económica criando espaços vocacionados para a instalação de unidades empresariais, dotados de espaços públicos e de infraestruturas ambientalmente qualificadas; b) Disponibilizar terrenos aptos para a edificabilidade que permitam atração e fixação de novas unidades empresariais em especial no domínio da tecnologia e inovação, valorizando, assim a proximidade e relação com o meio científico e tecnológico envolvente; c) Garantir uma rede e uma estrutura de espaços e equipamentos públicos; d) Promover a continuidade da imagem de um Polo Empresarial e sustentado na relação com o novo quadro de acessibilidades nomeadamente com a sua articulação com o eixo de ligação à A29.
Este Plano de Pormenor da 3ª Fase da Zona Industrial, está a ser reiniciado, “depois de conseguimos ter estabilizado o processo de revisão do Plano Municipal de Defesa da Floresta, que tem na expansão da nova zona, muito peso na gestão das faixas de combustível”, que obriga a “desarborizar uma faixa, que é em grande medida propriedade privada e reconhecendo a Administração Central que é um ónus sobre os particulares, tem que se incluídas no próprio Plano de Pormenor e no no perímetro industrial”.
Um revisão absolutamente necessária, tendo em vista a implantação, correção dos limites e a célebre nova variante, que fique dentro da faixa de gestão de combustíveis, e assim, ficaremos muito próximo de resolver os problemas e indefinições das acessibilidades, em que a Administração Central, não lava, nem empresta a bacia”.
Agora, “vamos organizar o processo de consulta às entidades envolvidas, não sabemos em que moldes se irá realizar, se em reuniões presenciais, se à distancia, que vão influenciar coisas pequenas, se que numa reunião de duas horas se resolvem, podem demorar meses a esclarecer e resolver, se for em modo teletrabalho, onde a interlocução entre entidades fica muito prejudicada e condicionada”, receia o autarca murtoseiro.
As coisas, “vão seguir o seu curso normal e o mais rapidamente possível e a ambição é que até ao final deste mandato autárquico exista um Plano de Pormenor da Zona Industrial, com carácter vinculativo, formalmente publicado, e que nos possa alavancar uma visão de futuro, logo no projeto inicial de expansão pelo menos de 20 hectares expansão, para responder aos desafios que nos vão surgindo, e cuidar das industrias que já estão instaladas”.